Poesias de Melina Guterres
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segunda-feira, 11 de abril de 2011
nada
pode ser a idade
pode ser a experiência
pode ser o cotidiano
meus dedos se calaram
pode ser que seja eu ou os outros
pode ser tudo e nada
posso estar é cheia do nada
de ver tanto nada em tanta gente
de que adianta as palavras?
ausente
Andei ausente das palavras
talvez descrente
parece perfumaria
não há verdade
nem sentido
tudo parece mera fantasia
se é pra ser ludico
que seja o meu silencio profundo
e minha poesia curta
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